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Segunda Via do Cartão de Vale Transporte: Como Solicitar por Operadora

7 de Abril, 2026 10 min de leitura Otimiza Benefícios
Segunda via do cartão de vale transporte - como solicitar nas principais operadoras

Perder ou ter o cartão de vale transporte roubado é uma situação que gera transtorno tanto para o colaborador quanto para o setor de RH. Sem o cartão, o funcionário fica impossibilitado de utilizar o transporte público com o benefício, e a empresa precisa agir rapidamente para solicitar a segunda via junto à operadora. Neste guia completo, explicamos o passo a passo para solicitar a segunda via nas principais operadoras do Brasil — Bilhete Único, RioCard, Cartão BOM, URBS e outras — além de esclarecer questões sobre custos, prazos, responsabilidades legais e como a Otimiza.pro pode simplificar todo esse processo.

Perda ou Roubo do Cartão: O Que Fazer Imediatamente

O primeiro passo ao identificar a perda, roubo ou dano do cartão de vale transporte é realizar o bloqueio imediato. Isso impede que terceiros utilizem os créditos disponíveis no cartão. A maioria das operadoras oferece canais de bloqueio por telefone, site ou aplicativo, e o procedimento deve ser feito o mais rápido possível.

Após o bloqueio, o saldo existente no cartão fica congelado e será transferido para a segunda via quando o novo cartão for emitido. É importante que o colaborador comunique a perda ao RH da empresa no mesmo dia, para que o departamento inicie o processo de solicitação da segunda via junto à operadora.

Em caso de roubo, é recomendável registrar um Boletim de Ocorrência (BO). Algumas operadoras podem solicitar o BO como parte da documentação para emissão da segunda via, especialmente quando há pedido de isenção da taxa de emissão.

Passo a Passo Geral para Solicitar a Segunda Via

Embora cada operadora tenha particularidades, o fluxo geral para solicitar a segunda via do cartão de vale transporte segue etapas semelhantes em todo o Brasil:

  1. Bloqueio imediato do cartão: Via telefone, site ou app da operadora. O colaborador ou o RH da empresa pode realizar o bloqueio
  2. Comunicação ao RH: O colaborador informa a perda ao departamento de recursos humanos, que registra a ocorrência
  3. Solicitação da segunda via: O RH acessa o portal corporativo da operadora e solicita a emissão de um novo cartão vinculado ao mesmo CPF
  4. Pagamento da taxa de emissão: A maioria das operadoras cobra uma taxa para emissão da segunda via, que varia de R$ 5,00 a R$ 20,00
  5. Retirada ou entrega do novo cartão: Dependendo da operadora, o cartão pode ser retirado em um posto de atendimento ou entregue na empresa
  6. Transferência de saldo: O saldo do cartão bloqueado é automaticamente transferido para o novo cartão
Dica importante: Mantenha sempre um registro atualizado dos números dos cartões de VT de todos os colaboradores. Isso agiliza o processo de bloqueio e solicitação de segunda via, reduzindo o tempo em que o funcionário fica sem o benefício.

Bilhete Único (SPTrans — São Paulo)

O Bilhete Único é o principal cartão de transporte público da cidade de São Paulo, operado pela SPTrans. Para empresas, a solicitação da segunda via do Bilhete Único VT segue um processo bem definido:

Para empresas com grande volume de colaboradores em São Paulo, é recomendável manter um estoque de cartões reserva junto à SPTrans, evitando que funcionários fiquem dias sem o benefício.

RioCard (Rio de Janeiro)

O RioCard é utilizado em todo o estado do Rio de Janeiro, abrangendo ônibus, metrô, trens, barcas e BRT. O processo de segunda via para cartões corporativos funciona da seguinte forma:

No Rio de Janeiro, é importante observar que o RioCard possui diferentes versões (RioCard Mais, Giro, VT), e o procedimento pode variar ligeiramente conforme o tipo de cartão emitido pela empresa.

Cartão BOM (EMTU — SP Metropolitana)

O Cartão BOM é utilizado no transporte metropolitano de São Paulo, operado pela EMTU. Ele atende cidades como Guarulhos, Osasco, Santo André, São Bernardo do Campo e toda a região metropolitana. Para a segunda via:

URBS (Curitiba)

O cartão da URBS é utilizado no transporte público de Curitiba e região metropolitana. O sistema curitibano é reconhecido pela eficiência, e o processo de segunda via segue padrões bem organizados:

Outras Operadoras: VEM, GIRO, TOP e Orientações Gerais

Além das operadoras já citadas, diversas cidades brasileiras possuem seus próprios sistemas de bilhetagem eletrônica, cada um com procedimentos específicos para segunda via:

Para operadoras de cidades menores, a orientação geral é: entre em contato com o órgão de transporte municipal, solicite o bloqueio imediato e verifique o procedimento específico de segunda via. A maioria dos sistemas modernos já permite o gerenciamento online, facilitando o trabalho do RH.

Atenção: Independentemente da operadora, nunca deixe de bloquear o cartão antes de solicitar a segunda via. Cartões não bloqueados podem ter seus créditos utilizados por terceiros, e a operadora não se responsabiliza por usos realizados antes do bloqueio.

Responsabilidade do Empregador: Quem Paga a Segunda Via?

A legislação brasileira sobre vale transporte (Lei 7.418/1985 e Decreto 10.854/2021) estabelece que o empregador é obrigado a fornecer o vale transporte ao colaborador, mas não aborda especificamente a questão da segunda via. Na prática, a responsabilidade pelo custo da segunda via costuma seguir estas diretrizes:

Independentemente de quem paga a taxa, o empregador não pode deixar o colaborador sem o benefício do vale transporte. Enquanto a segunda via não estiver pronta, a empresa deve fornecer alternativa para que o funcionário consiga se deslocar até o trabalho.

Período sem Cartão: Saldo e Deslocamento

Uma das maiores preocupações quando o cartão é perdido é o que acontece durante o período de espera pela segunda via. Existem algumas situações comuns e suas soluções:

Como a Otimiza.pro Simplifica a Gestão de Segunda Via

Gerenciar a segunda via de cartões de vale transporte em empresas com dezenas ou centenas de colaboradores é uma tarefa que consome tempo e exige controle rigoroso. A Otimiza.pro oferece uma plataforma centralizada que simplifica todo o processo:

Com a Otimiza.pro, o tempo médio para resolver uma ocorrência de segunda via cai de vários dias para poucas horas, reduzindo o impacto na rotina do colaborador e no trabalho do departamento de RH.

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Perguntas Frequentes

Quem paga a segunda via do cartão de vale transporte?

A legislação não especifica diretamente quem deve arcar com o custo. Na prática, quando a perda é por culpa do colaborador, muitas empresas descontam o valor em folha. Quando o cartão apresenta defeito de fabricação, a operadora substitui gratuitamente. Convenções coletivas podem estabelecer regras específicas para cada categoria.

Quanto tempo demora para receber a segunda via do cartão de vale transporte?

O prazo varia conforme a operadora. No Bilhete Único SP, a segunda via fica pronta em até 5 dias úteis. No RioCard, o prazo é de 7 a 10 dias úteis. No Cartão BOM e URBS, o prazo médio é de 5 a 15 dias úteis. Em todos os casos, o saldo do cartão anterior é transferido automaticamente após o bloqueio.

O saldo do cartão perdido é transferido para a segunda via?

Sim, na maioria das operadoras o saldo é preservado e transferido para o novo cartão, desde que o cartão original tenha sido bloqueado antes de qualquer uso indevido. É fundamental solicitar o bloqueio imediatamente após a perda ou roubo para garantir a preservação dos créditos.

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