O reajuste é um multiplicador: ele incide sobre a base de vale-transporte que existir no dia em que entrar em vigor, sem perguntar se o trajeto de cada colaborador ainda faz sentido. Você não escolhe quando ele vem nem de quanto ele é. Escolhe o tamanho da base sobre a qual ele incide.
A gente olha a sua compra de vale-transporte e volta com o tamanho da oportunidade. Sem compromisso.
Prefere conversar antes? Falar com o Meu Agente | VendasCada município reajusta a tarifa do transporte público na sua data e no seu percentual. A empresa não participa dessa decisão, não sabe quando ela vem, não sabe de quanto é e não tem como recusá-la. O que ela tem é a base de vale-transporte sobre a qual esse percentual vai cair — e essa parte é inteiramente dela.
Se dentro dessa base existe colaborador pegando duas conduções onde uma resolveria, ou pagando integração que a linha direta dispensaria, o reajuste vai reajustar isso também. O desperdício não fica parado esperando: ele cresce na mesma proporção da tarifa, a cada reajuste.
Você não controla o reajuste. Controla o que ele vai multiplicar.
O calendário é municipal. Em 2026, São Paulo reajustou em 6 de janeiro e o Rio em 4 de janeiro — mas Porto Alegre só em 19 de fevereiro, Blumenau em 23 de março e o intermunicipal da Grande Florianópolis em julho.
Não existe um número nacional. Em 2026, Guarulhos subiu 21,6% de uma vez, Belo Horizonte 8,7%, São Paulo 6,0% — e Curitiba, Brasília e Goiânia não subiram nada.
O colaborador custeia a parcela equivalente a 6% do seu salário básico, excluídos adicionais e vantagens; o empregador custeia o que exceder (Decreto 10.854/2021, art. 114). Entre o reajuste da tarifa e o reajuste salarial da categoria, todo o acréscimo é absorvido pela empresa.
O preço da tarifa não se negocia, e a data dele também não. O caminho que cada colaborador percorre para chegar ao trabalho, sim — e é o único lugar onde dá para agir antes.
Um retrato do que "reajuste" significa na prática. Cidades vizinhas, mesma região metropolitana, mesmo ano — e a diferença entre a maior alta e as tarifas congeladas passa de 20 pontos percentuais. Nenhuma dessas decisões foi anunciada a tempo de entrar no orçamento do ano anterior.
| Município | Tarifa de cartão em 2026 | Variação 2025 → 2026 |
|---|---|---|
| Guarulhos | R$ 6,20 | +21,6% |
| Rio Grande da Serra | R$ 5,50 | +10,0% |
| Embu das Artes | R$ 5,80 | +9,4% |
| Arujá | R$ 6,00 | +9,1% |
| Mauá | R$ 4,90 | +6,5% |
| São Paulo (capital) | R$ 5,30 | +6,0% |
| Diadema | R$ 4,50 | +5,9% |
| Ribeirão Pires | R$ 5,70 | +5,6% |
| Osasco, Barueri, Carapicuíba, Jandira e Itapevi | R$ 6,10 | +5,2% |
| Suzano | R$ 6,30 | +5,0% |
| Itaquaquecetuba | R$ 6,00 | +3,4% |
| Santo André | R$ 5,90 | Congelada |
| São Bernardo do Campo | R$ 5,95 | Congelada |
| Taboão da Serra | R$ 5,80 | Congelada |
| Poá | R$ 5,70 | Congelada |
A tarifa de Guarulhos estava em R$ 5,10 desde janeiro de 2023 e foi para R$ 6,20 de uma vez em 1º de janeiro de 2026. Não é um aumento anual grande — é o acúmulo de três anos chegando junto. E é justamente por isso que ele importa aqui: a conta não vem diluída. Uma cidade pode passar anos sem reajuste e recuperar tudo num único mês, no meio do seu ano orçamentário.
E fora de São Paulo, o quadro é ainda menos previsível. Em 2026:
| Cidade | O que aconteceu em 2026 | Quando entrou em vigor |
|---|---|---|
| Belo Horizonte | +8,7% — R$ 5,75 → R$ 6,25 | 1º de janeiro |
| Florianópolis | +7,8% no cartão — R$ 5,75 → R$ 6,20 | 1º de janeiro |
| Rio de Janeiro | +6,4% — R$ 4,70 → R$ 5,00 | 4 de janeiro |
| Joinville | +4,0% na tarifa antecipada — R$ 6,25 → R$ 6,50 | 1º de janeiro |
| Região metropolitana do Rio (intermunicipal) | +12,6% | 15 de fevereiro |
| Porto Alegre | alta — tarifa a R$ 5,30 | 19 de fevereiro |
| Blumenau | tarifa antecipada sem reajuste; só a embarcada em dinheiro subiu | 23 de março |
| Grande Florianópolis (intermunicipal) | +6,9% | 22 de julho |
| Curitiba | Congelada em R$ 6,00 — sem reajuste desde 2023 | — |
| Brasília / DF | Congeladas até o fim de 2026, por decisão do GDF | — |
| Goiânia e região | Congelada em R$ 4,30 desde 2019 | — |
Fontes: para São Paulo e região metropolitana, a tabela canônica de tarifas da Otimiza.pro, conferida
contra a SPTrans e os órgãos gestores de cada município — valores da tarifa de cartão do ônibus municipal
vigentes em 2026 (ver a tabela completa). Para as demais praças, os atos
oficiais e os órgãos gestores de cada cidade, levantados em agosto de 2026.
Por que isto está aqui:
não é para dizer que o seu custo vai subir X%. É para mostrar que nem a data nem o percentual estão sob o seu
controle — e que a única variável que está é o tamanho da base sobre a qual eles incidem.
É um trabalho corretivo, de entrega única, sobre a base que já existe. Não é o cálculo do trajeto de quem entra amanhã — é a revisão do trajeto de todo mundo que já está lá, muitos deles montados na admissão e nunca mais tocados.
A conta da roteirização não se enxerga no mês — se enxerga no ano. Abaixo, o efeito de cada faixa de economia sobre a compra anual de vale-transporte. Os valores são ilustrativos: o percentual real de cada empresa só se sabe depois do mapa, e 15% é o teto da nossa régua, não a média garantida.
| Compra mensal de VT | Compra em 1 ano | Economia em 1 ano a 5% | Economia em 1 ano a 10% | Economia em 1 ano a 15% |
|---|---|---|---|---|
| R$ 20.000 | R$ 240.000 | R$ 12.000 | R$ 24.000 | R$ 36.000 |
| R$ 50.000 | R$ 600.000 | R$ 30.000 | R$ 60.000 | R$ 90.000 |
| R$ 100.000 | R$ 1.200.000 | R$ 60.000 | R$ 120.000 | R$ 180.000 |
| R$ 250.000 | R$ 3.000.000 | R$ 150.000 | R$ 300.000 | R$ 450.000 |
| A sua compra real entra no lugar dessas linhas no diagnóstico — e é sobre ela que a conversa acontece. | ||||
Como ler: as cifras acima são exemplo de cálculo, não resultado apurado de cliente. Elas mostram apenas a aritmética entre a compra mensal, a compra anual e cada faixa de economia. O número da sua empresa depende do que o mapa encontrar na sua base. Simular com os seus próprios números →
Esta é a parte que as propostas costumam esconder e que a gente prefere dizer antes: o cronograma da Roteirização de Base não começa quando o contrato é assinado. Ele começa quando a base está na mão — e a etapa mais longa do projeto é justamente a que depende da sua empresa.
Contando de trás para frente a partir do pedido de compra, e não da data do reajuste: base grande começa a conversa em setembro ou início de outubro; base pequena aguenta até meados de outubro. Não é urgência de campanha — é o tempo que o levantamento de endereços leva. Depois disso o trabalho continua valendo a pena, só não chega a tempo de a base já estar enxuta na virada.
Para qualquer empresa que compre vale-transporte — não importa de quem. A Roteirização de Base é um trabalho corretivo avulso sobre a base que já existe, e ela funciona igual se a compra do VT passa pela Otimiza, por outro fornecedor ou é feita internamente pelo seu DP.
É por isso que ela não exige troca de fornecedor: o que muda é o trajeto, não onde você compra. Se a sua empresa já é cliente da Otimiza, o caminho mais curto é falar direto com o gerente da sua conta — não precisa preencher formulário nenhum.
A Roteirização de Base é entrega única: um recálculo completo da base atual, com mapa colaborador a colaborador e Carta de Opção onde houver economia. Não se confunde com o recálculo de rota de cada nova admissão, que é outro serviço.
Ninguém sabe ainda — nem as prefeituras, porque a conta só fecha no fim do ano. Cada município define o seu, na sua data e no seu percentual. Em 2026, São Paulo subiu 6,0% em 6 de janeiro, o Rio 6,4% em 4 de janeiro e Belo Horizonte 8,7% em 1º de janeiro; Porto Alegre só reajustou em 19 de fevereiro; e Curitiba, Brasília e Goiânia não reajustaram. Como nem a data nem o percentual são previsíveis ou controláveis pela empresa, a variável em que dá para agir é a outra: o tamanho da base sobre a qual ele vai incidir.
A regra está no Decreto 10.854/2021, art. 114: o colaborador custeia a parcela equivalente a 6% do seu salário básico, excluídos adicionais e vantagens, e o empregador custeia o que exceder essa parcela. Tudo o que passa de 6% do salário básico é da empresa. Há uma exceção no art. 116: quando o custo mensal do vale-transporte é inferior a 6% do salário básico, o colaborador custeia integralmente e não existe parcela do empregador. Na prática, o efeito de um reajuste sobre a conta da empresa depende de duas datas — entre o reajuste da tarifa e o reajuste salarial da categoria, todo o acréscimo é absorvido pelo empregador.
O trajeto novo continua sendo o trajeto novo, e é sobre ele que o reajuste seguinte vai incidir — por isso o ganho está em encolher a base antes de o reajuste chegar. Mas vale dizer o limite: a Roteirização de Base é entrega única e o mapa reflete as tarifas da data da execução. Um reajuste tarifário posterior não dispara recálculo automático da base já roteirizada.
Não. A Roteirização de Base atua sobre o trajeto, não sobre a compra. A empresa continua comprando de quem já compra hoje — o que muda é quanto ela precisa comprar.
Não. O mapa cobre toda a base optante, mas a Carta de Opção é emitida apenas para os colaboradores em que o sistema encontrou economia. Quem já está na rota de menor custo não recebe carta e não tem o vale-transporte alterado.
A auditoria é feita colaborador a colaborador, a partir do endereço de residência e do local de trabalho de cada um — então bases distribuídas por várias cidades ou por várias unidades entram no mesmo trabalho. O que muda de praça para praça é quanta alternativa de trajeto existe, e é exatamente isso que o mapa mostra antes de qualquer decisão.
O diagnóstico é gratuito. A condição comercial é apresentada por um especialista depois do diagnóstico, porque ela depende do que o mapa encontrar na sua base — não existe tabela fechada aplicada antes de olhar os trajetos.
Até 30 dias corridos de execução — mas o relógio só começa quando a base é validada, ou seja, depois de a empresa entregar a planilha de optantes com os endereços residenciais atualizados. Depois vêm 7 dias corridos de validação do mapa e das cartas, a rodada de assinatura e, por fim, o efeito aparece na próxima compra de vale-transporte. Como a compra de um mês é fechada no mês anterior, quem quer efeito na virada do ano precisa começar a conversa por volta de setembro ou outubro — e, em base grande, é o levantamento dos endereços que manda no cronograma.
Vale. A Roteirização de Base é um trabalho corretivo avulso sobre a base que já existe, e funciona igual para quem compra o vale-transporte pela Otimiza, por outro fornecedor ou internamente — é o trajeto que muda, não o lugar da compra. A diferença para quem já é cliente é só o caminho: falar direto com o gerente da conta, sem preencher formulário.
Sim. O vale-transporte é devido para o deslocamento residência–trabalho–residência, e a escolha do trajeto pode ser revista de comum acordo, formalizada pelo Termo de Opção de Vale-Transporte assinado pelo colaborador. O que a roteirização faz é encontrar o caminho de menor custo e documentar a opção — nunca reduzir o direito. Ler o artigo completo sobre a legalidade →
O reajuste vai acontecer de qualquer jeito. A diferença entre as empresas vai ser o tamanho da conta que ele encontrar. Um diagnóstico gratuito mostra, em números, quanto da sua compra de vale-transporte é trajeto e quanto é sobra.
A Otimiza.pro já economizou mais de R$ 1 bilhão para mais de 1.000 empresas — e era dinheiro que ninguém estava procurando. Estava no vale-transporte: o custo que se paga no piloto automático, todo mês, e que quase ninguém foi auditar. Fundada em 2019, é uma WorkTech brasileira que começou no trajeto do colaborador e hoje cuida do dia inteiro.
Mesmo formulário do topo — só que aqui embaixo, se você já se decidiu.