Roteirização de Base · diagnóstico gratuito

A tarifa vai reajustar. O seu vale-transporte sobe junto — inclusive a parte que está sobrando

O reajuste é um multiplicador: ele incide sobre a base de vale-transporte que existir no dia em que entrar em vigor, sem perguntar se o trajeto de cada colaborador ainda faz sentido. Você não escolhe quando ele vem nem de quanto ele é. Escolhe o tamanho da base sobre a qual ele incide.

  • Auditoria e redesenho do trajeto de toda a base optante, não só das admissões novas
  • Carta de Opção emitida só para quem teve economia — quem já está no melhor trajeto não é mexido
  • Redução de até 15% no custo do vale-transporte, medida em economia de 1 ano
  • Não exige trocar o seu fornecedor de vale-transporte
  • Até 30 dias de execução — mas o relógio começa quando a base é validada, e é o levantamento dos endereços que manda no prazo

Diagnóstico gratuito da sua base

A gente olha a sua compra de vale-transporte e volta com o tamanho da oportunidade. Sem compromisso.

Usamos seus dados só para preparar o diagnóstico e falar sobre gestão de vale-transporte. Sem spam. Política de Privacidade

Prefere conversar antes? Falar com o Meu Agente | Vendas

O reajuste não é um aumento. É um multiplicador

Cada município reajusta a tarifa do transporte público na sua data e no seu percentual. A empresa não participa dessa decisão, não sabe quando ela vem, não sabe de quanto é e não tem como recusá-la. O que ela tem é a base de vale-transporte sobre a qual esse percentual vai cair — e essa parte é inteiramente dela.

Se dentro dessa base existe colaborador pegando duas conduções onde uma resolveria, ou pagando integração que a linha direta dispensaria, o reajuste vai reajustar isso também. O desperdício não fica parado esperando: ele cresce na mesma proporção da tarifa, a cada reajuste.

Você não controla o reajuste. Controla o que ele vai multiplicar.

Você não escolhe quando

O calendário é municipal. Em 2026, São Paulo reajustou em 6 de janeiro e o Rio em 4 de janeiro — mas Porto Alegre só em 19 de fevereiro, Blumenau em 23 de março e o intermunicipal da Grande Florianópolis em julho.

Nem de quanto

Não existe um número nacional. Em 2026, Guarulhos subiu 21,6% de uma vez, Belo Horizonte 8,7%, São Paulo 6,0% — e Curitiba, Brasília e Goiânia não subiram nada.

O que excede 6% é da empresa

O colaborador custeia a parcela equivalente a 6% do seu salário básico, excluídos adicionais e vantagens; o empregador custeia o que exceder (Decreto 10.854/2021, art. 114). Entre o reajuste da tarifa e o reajuste salarial da categoria, todo o acréscimo é absorvido pela empresa.

O trajeto, sim, é seu

O preço da tarifa não se negocia, e a data dele também não. O caminho que cada colaborador percorre para chegar ao trabalho, sim — e é o único lugar onde dá para agir antes.

O que aconteceu em 2026 na Grande São Paulo

Um retrato do que "reajuste" significa na prática. Cidades vizinhas, mesma região metropolitana, mesmo ano — e a diferença entre a maior alta e as tarifas congeladas passa de 20 pontos percentuais. Nenhuma dessas decisões foi anunciada a tempo de entrar no orçamento do ano anterior.

Variação da tarifa de ônibus de 2025 para 2026 em municípios da região metropolitana de São Paulo
Município Tarifa de cartão em 2026 Variação 2025 → 2026
Guarulhos R$ 6,20 +21,6%
Rio Grande da Serra R$ 5,50 +10,0%
Embu das Artes R$ 5,80 +9,4%
Arujá R$ 6,00 +9,1%
Mauá R$ 4,90 +6,5%
São Paulo (capital) R$ 5,30 +6,0%
Diadema R$ 4,50 +5,9%
Ribeirão Pires R$ 5,70 +5,6%
Osasco, Barueri, Carapicuíba, Jandira e Itapevi R$ 6,10 +5,2%
Suzano R$ 6,30 +5,0%
Itaquaquecetuba R$ 6,00 +3,4%
Santo André R$ 5,90 Congelada
São Bernardo do Campo R$ 5,95 Congelada
Taboão da Serra R$ 5,80 Congelada
Poá R$ 5,70 Congelada

Sobre o número de Guarulhos: ele não é um reajuste anual

A tarifa de Guarulhos estava em R$ 5,10 desde janeiro de 2023 e foi para R$ 6,20 de uma vez em 1º de janeiro de 2026. Não é um aumento anual grande — é o acúmulo de três anos chegando junto. E é justamente por isso que ele importa aqui: a conta não vem diluída. Uma cidade pode passar anos sem reajuste e recuperar tudo num único mês, no meio do seu ano orçamentário.

E fora de São Paulo, o quadro é ainda menos previsível. Em 2026:

Reajustes tarifários de 2026 em capitais e cidades brasileiras, com data de vigência
Cidade O que aconteceu em 2026 Quando entrou em vigor
Belo Horizonte +8,7% — R$ 5,75 → R$ 6,25 1º de janeiro
Florianópolis +7,8% no cartão — R$ 5,75 → R$ 6,20 1º de janeiro
Rio de Janeiro +6,4% — R$ 4,70 → R$ 5,00 4 de janeiro
Joinville +4,0% na tarifa antecipada — R$ 6,25 → R$ 6,50 1º de janeiro
Região metropolitana do Rio (intermunicipal) +12,6% 15 de fevereiro
Porto Alegre alta — tarifa a R$ 5,30 19 de fevereiro
Blumenau tarifa antecipada sem reajuste; só a embarcada em dinheiro subiu 23 de março
Grande Florianópolis (intermunicipal) +6,9% 22 de julho
Curitiba Congelada em R$ 6,00 — sem reajuste desde 2023
Brasília / DF Congeladas até o fim de 2026, por decisão do GDF
Goiânia e região Congelada em R$ 4,30 desde 2019

Fontes: para São Paulo e região metropolitana, a tabela canônica de tarifas da Otimiza.pro, conferida contra a SPTrans e os órgãos gestores de cada município — valores da tarifa de cartão do ônibus municipal vigentes em 2026 (ver a tabela completa). Para as demais praças, os atos oficiais e os órgãos gestores de cada cidade, levantados em agosto de 2026.
Por que isto está aqui: não é para dizer que o seu custo vai subir X%. É para mostrar que nem a data nem o percentual estão sob o seu controle — e que a única variável que está é o tamanho da base sobre a qual eles incidem.

Roteirização de Base: a única alavanca que age antes

É um trabalho corretivo, de entrega única, sobre a base que já existe. Não é o cálculo do trajeto de quem entra amanhã — é a revisão do trajeto de todo mundo que já está lá, muitos deles montados na admissão e nunca mais tocados.

  1. Você envia a base optante Endereço de residência, local de trabalho e o vale-transporte que cada colaborador recebe hoje.
  2. O sistema testa as combinações Linhas, integrações e modais são cruzados com geolocalização para encontrar o trajeto de menor custo de cada pessoa — não o mais curto, o mais barato dentro do que é razoável percorrer.
  3. Você recebe o mapa da base inteira Quem está no melhor trajeto, quem não está, e quanto custa a diferença — colaborador a colaborador.
  4. A Carta de Opção sai só onde houve economia O Termo de Opção de Vale-Transporte é emitido apenas para os colaboradores em que o sistema encontrou redução. Quem já está na rota de menor custo não recebe carta e não tem o VT alterado.
  5. As rotas novas entram em vigor Com as cartas assinadas, a compra do mês seguinte já é a compra menor. É esse número que o reajuste vai multiplicar.

O que muda

  • O trajeto de quem tem alternativa mais barata
  • O volume de vale-transporte que a empresa precisa comprar todo mês
  • A base sobre a qual o próximo reajuste vai incidir

O que não muda

  • O seu fornecedor de vale-transporte — a compra continua onde está
  • O trajeto de quem já está na rota de menor custo
  • O direito do colaborador ao vale-transporte, que é o mesmo antes e depois

Quanto isso vale em um anoexemplo

A conta da roteirização não se enxerga no mês — se enxerga no ano. Abaixo, o efeito de cada faixa de economia sobre a compra anual de vale-transporte. Os valores são ilustrativos: o percentual real de cada empresa só se sabe depois do mapa, e 15% é o teto da nossa régua, não a média garantida.

Exemplo ilustrativo de economia anual por faixa de compra mensal de vale-transporte
Compra mensal de VT Compra em 1 ano Economia em 1 ano a 5% Economia em 1 ano a 10% Economia em 1 ano a 15%
R$ 20.000 R$ 240.000 R$ 12.000 R$ 24.000 R$ 36.000
R$ 50.000 R$ 600.000 R$ 30.000 R$ 60.000 R$ 90.000
R$ 100.000 R$ 1.200.000 R$ 60.000 R$ 120.000 R$ 180.000
R$ 250.000 R$ 3.000.000 R$ 150.000 R$ 300.000 R$ 450.000
A sua compra real entra no lugar dessas linhas no diagnóstico — e é sobre ela que a conversa acontece.

Como ler: as cifras acima são exemplo de cálculo, não resultado apurado de cliente. Elas mostram apenas a aritmética entre a compra mensal, a compra anual e cada faixa de economia. O número da sua empresa depende do que o mapa encontrar na sua base. Simular com os seus próprios números →

A conta do tempo: o prazo não começa na assinatura

Esta é a parte que as propostas costumam esconder e que a gente prefere dizer antes: o cronograma da Roteirização de Base não começa quando o contrato é assinado. Ele começa quando a base está na mão — e a etapa mais longa do projeto é justamente a que depende da sua empresa.

  1. Levantar a base optante — a etapa mais longa, e é sua Planilha com nome, CPF, endereço residencial completo e atualizado, endereço do posto de trabalho e dias trabalhados, mais os relatórios das últimas compras de VT já pagas. Em base grande, é aqui que o calendário se decide: endereço desatualizado compromete a rota daquele colaborador.
  2. Até 30 dias corridos de execução O relógio começa na validação da base, não na assinatura. Daí sai o mapa completo, com o trajeto de cada colaborador auditado.
  3. 7 dias corridos para validar mapa e cartas Prazo do cliente para conferir e apontar correções.
  4. Assinatura das Cartas de Opção Só dos colaboradores em que houve economia — mas é processo de RH, e processo de RH tem calendário próprio.
  5. Efeito na próxima compra de vale-transporte E é aqui que está o prazo real: a compra de um mês é fechada no mês anterior. Para o efeito aparecer na compra de janeiro, tudo isso precisa estar pronto antes do pedido de dezembro.

Contando de trás para frente a partir do pedido de compra, e não da data do reajuste: base grande começa a conversa em setembro ou início de outubro; base pequena aguenta até meados de outubro. Não é urgência de campanha — é o tempo que o levantamento de endereços leva. Depois disso o trabalho continua valendo a pena, só não chega a tempo de a base já estar enxuta na virada.

Para quem esta página é

Para qualquer empresa que compre vale-transporte — não importa de quem. A Roteirização de Base é um trabalho corretivo avulso sobre a base que já existe, e ela funciona igual se a compra do VT passa pela Otimiza, por outro fornecedor ou é feita internamente pelo seu DP.

É por isso que ela não exige troca de fornecedor: o que muda é o trajeto, não onde você compra. Se a sua empresa já é cliente da Otimiza, o caminho mais curto é falar direto com o gerente da sua conta — não precisa preencher formulário nenhum.

A Roteirização de Base é entrega única: um recálculo completo da base atual, com mapa colaborador a colaborador e Carta de Opção onde houver economia. Não se confunde com o recálculo de rota de cada nova admissão, que é outro serviço.

Perguntas que o RH sempre faz

De quanto vai ser o reajuste da tarifa em 2027?

Ninguém sabe ainda — nem as prefeituras, porque a conta só fecha no fim do ano. Cada município define o seu, na sua data e no seu percentual. Em 2026, São Paulo subiu 6,0% em 6 de janeiro, o Rio 6,4% em 4 de janeiro e Belo Horizonte 8,7% em 1º de janeiro; Porto Alegre só reajustou em 19 de fevereiro; e Curitiba, Brasília e Goiânia não reajustaram. Como nem a data nem o percentual são previsíveis ou controláveis pela empresa, a variável em que dá para agir é a outra: o tamanho da base sobre a qual ele vai incidir.

Quem paga o aumento da tarifa: a empresa ou o colaborador?

A regra está no Decreto 10.854/2021, art. 114: o colaborador custeia a parcela equivalente a 6% do seu salário básico, excluídos adicionais e vantagens, e o empregador custeia o que exceder essa parcela. Tudo o que passa de 6% do salário básico é da empresa. Há uma exceção no art. 116: quando o custo mensal do vale-transporte é inferior a 6% do salário básico, o colaborador custeia integralmente e não existe parcela do empregador. Na prática, o efeito de um reajuste sobre a conta da empresa depende de duas datas — entre o reajuste da tarifa e o reajuste salarial da categoria, todo o acréscimo é absorvido pelo empregador.

A economia continua valendo depois do próximo reajuste?

O trajeto novo continua sendo o trajeto novo, e é sobre ele que o reajuste seguinte vai incidir — por isso o ganho está em encolher a base antes de o reajuste chegar. Mas vale dizer o limite: a Roteirização de Base é entrega única e o mapa reflete as tarifas da data da execução. Um reajuste tarifário posterior não dispara recálculo automático da base já roteirizada.

Preciso trocar o meu fornecedor de vale-transporte?

Não. A Roteirização de Base atua sobre o trajeto, não sobre a compra. A empresa continua comprando de quem já compra hoje — o que muda é quanto ela precisa comprar.

Todo colaborador vai ter o trajeto alterado?

Não. O mapa cobre toda a base optante, mas a Carta de Opção é emitida apenas para os colaboradores em que o sistema encontrou economia. Quem já está na rota de menor custo não recebe carta e não tem o vale-transporte alterado.

E se a minha base for muito espalhada, com gente em várias cidades?

A auditoria é feita colaborador a colaborador, a partir do endereço de residência e do local de trabalho de cada um — então bases distribuídas por várias cidades ou por várias unidades entram no mesmo trabalho. O que muda de praça para praça é quanta alternativa de trajeto existe, e é exatamente isso que o mapa mostra antes de qualquer decisão.

Quanto custa?

O diagnóstico é gratuito. A condição comercial é apresentada por um especialista depois do diagnóstico, porque ela depende do que o mapa encontrar na sua base — não existe tabela fechada aplicada antes de olhar os trajetos.

Quanto tempo leva?

Até 30 dias corridos de execução — mas o relógio só começa quando a base é validada, ou seja, depois de a empresa entregar a planilha de optantes com os endereços residenciais atualizados. Depois vêm 7 dias corridos de validação do mapa e das cartas, a rodada de assinatura e, por fim, o efeito aparece na próxima compra de vale-transporte. Como a compra de um mês é fechada no mês anterior, quem quer efeito na virada do ano precisa começar a conversa por volta de setembro ou outubro — e, em base grande, é o levantamento dos endereços que manda no cronograma.

A minha empresa já compra o vale-transporte pela Otimiza. Esta página vale para mim?

Vale. A Roteirização de Base é um trabalho corretivo avulso sobre a base que já existe, e funciona igual para quem compra o vale-transporte pela Otimiza, por outro fornecedor ou internamente — é o trajeto que muda, não o lugar da compra. A diferença para quem já é cliente é só o caminho: falar direto com o gerente da conta, sem preencher formulário.

Roteirizar o vale-transporte é legal?

Sim. O vale-transporte é devido para o deslocamento residência–trabalho–residência, e a escolha do trajeto pode ser revista de comum acordo, formalizada pelo Termo de Opção de Vale-Transporte assinado pelo colaborador. O que a roteirização faz é encontrar o caminho de menor custo e documentar a opção — nunca reduzir o direito. Ler o artigo completo sobre a legalidade →

O reajuste chega com a base que você deixar pronta

O reajuste vai acontecer de qualquer jeito. A diferença entre as empresas vai ser o tamanho da conta que ele encontrar. Um diagnóstico gratuito mostra, em números, quanto da sua compra de vale-transporte é trajeto e quanto é sobra.

A Otimiza.pro já economizou mais de R$ 1 bilhão para mais de 1.000 empresas — e era dinheiro que ninguém estava procurando. Estava no vale-transporte: o custo que se paga no piloto automático, todo mês, e que quase ninguém foi auditar. Fundada em 2019, é uma WorkTech brasileira que começou no trajeto do colaborador e hoje cuida do dia inteiro.

Telefone SP (11) 5555-0221
Telefone RJ (21) 3437-2401
E-mail empresa@otimiza.pro
WhatsApp (21) 99435-5900

Falar com o Meu Agente | Vendas →

Diagnóstico gratuito da sua base

Mesmo formulário do topo — só que aqui embaixo, se você já se decidiu.

Usamos seus dados só para preparar o diagnóstico e falar sobre gestão de vale-transporte. Sem spam. Política de Privacidade

Para se aprofundar