Cases Reais

Roteirização de VT na Prática: 5 Cases de Economia Real

11 de Abril, 2026 15 min de leitura

Quando o assunto é roteirização de vale transporte, o mercado está cheio de promessas genéricas: "economize até 40%", "reduza custos com VT", "otimize seus trajetos". Mas onde estão os números reais? Neste artigo, apresentamos 5 cases de empresas reais que implementaram a roteirização inteligente da Otimiza.pro e obtiveram resultados concretos, mensuráveis e auditáveis. Sem teoria: apenas dados, perfis e resultados comprovados.

A plataforma da Otimiza.pro já processou dados de mais de 1.000 empresas em todo o Brasil, acumulando mais de R$ 1 bilhão em transações de vale transporte analisadas. Os cases a seguir representam diferentes portes, setores e cidades, para que você possa identificar qual cenário mais se aproxima da realidade da sua empresa.

Por que cases reais importam

No universo da gestão de vale transporte, existe uma lacuna enorme entre a promessa comercial e a entrega efetiva. Fornecedores prometem "economia de até 40%", mas raramente apresentam dados estruturados que demonstrem em quais condições essa economia acontece, para quais perfis de empresa e em quanto tempo.

A realidade é que a economia com roteirização de VT varia significativamente conforme três variáveis principais:

Por isso, cases reais são importantes: eles mostram o que de fato acontece quando uma empresa implementa a roteirização inteligente, com números auditáveis, prazos concretos e contexto operacional detalhado. Não se trata de projeções ou simulações teóricas, mas de resultados que já foram alcançados e mensurados.

Os 5 cases a seguir foram selecionados por representarem diferentes portes, setores e regiões do Brasil. Os nomes das empresas foram anonimizados para preservar a confidencialidade contratual, mas todos os dados financeiros, percentuais e prazos são reais e extraídos diretamente da plataforma Otimiza.pro.

Case 1: Indústria Alimentícia — São Paulo (450 funcionários)

Perfil da empresa

Fábrica de alimentos industrializados localizada na Zona Leste de São Paulo, com 450 funcionários em regime CLT, majoritariamente em turnos operacionais (manhã e tarde). A empresa operava com compra de VT via operadora tradicional, sem nenhum processo de roteirização ativo. Os trajetos dos colaboradores estavam cadastrados há mais de 3 anos, sem considerar as atualizações de integrações tarifárias da SPTrans, Metrô e CPTM que ocorreram nesse período.

O problema identificado

A análise inicial da Otimiza.pro revelou que 127 colaboradores utilizavam trajetos com duas ou mais passagens avulsas quando poderiam estar utilizando o Bilhete Único integrado, que permite transferências entre ônibus, metrô e trem por uma tarifa única dentro da janela de integração. Além disso, 38 colaboradores tinham rotas cadastradas com linhas extintas ou alteradas pela SPTrans, gerando pagamento por trajetos que na prática não existiam mais conforme originalmente registrados.

O gasto mensal com VT antes da roteirização era de R$ 173.181, distribuído entre compras de créditos em Bilhete Único, cartões BOM e recargas avulsas.

Resultados obtidos

R$ 38.100 Economia mensal
22% Redução no gasto com VT
R$ 457.200 Economia anual projetada

Dos 450 funcionários, 127 passaram a utilizar o bilhete integrado em vez de passagens avulsas, gerando a maior parcela da economia. Outros 38 tiveram trajetos recadastrados com linhas atualizadas, eliminando créditos para rotas inexistentes. O resultado completo foi alcançado em 15 dias após a implantação da plataforma.

"Achávamos que já fazíamos uma boa gestão. A Otimiza mostrou que estávamos desperdiçando R$ 38 mil por mês em rotas não otimizadas. Foram 3 anos pagando integrações como passagens separadas." — Gerente de RH

Este case é emblemático porque a empresa acreditava que sua gestão de VT era eficiente. Sem uma ferramenta de roteirização automatizada, era impossível detectar que mais de um quarto dos colaboradores estavam em rotas subótimas. A economia de 22% ficou acima da média nacional justamente porque São Paulo possui um dos sistemas de integração tarifária mais complexos do país, com múltiplas combinações de Bilhete Único, Cartão BOM e integrações intermodais.

Case 2: Rede de Saúde — Rio de Janeiro (1.200 funcionários)

Perfil da empresa

Grupo hospitalar com 1.200 funcionários distribuídos em 4 unidades na região metropolitana do Rio de Janeiro: duas em Niterói, uma no Centro do Rio e uma na Barra da Tijuca. A equipe inclui profissionais de saúde (enfermeiros, técnicos, fisioterapeutas), administrativos e equipe de apoio (limpeza, segurança, manutenção), com turnos que variam entre 6h, 12h e plantões noturnos.

O VT era gerido por uma equipe de 3 analistas de DP que calculavam os valores manualmente via planilha Excel, com base em estimativas fixas por região — sem considerar o trajeto individual de cada colaborador. O gasto mensal total era de R$ 293.333.

O problema identificado

A principal ineficiência identificada foi a ausência de roteirização individual. Os analistas de DP agrupavam funcionários por "zona" (Zona Norte, Zona Sul, Niterói etc.) e atribuíam um valor fixo de VT por zona, sem verificar se cada colaborador realmente precisava daquele valor ou se existiam alternativas mais baratas para seu trajeto específico.

Além disso, com 4 unidades distintas, muitos funcionários eram transferidos temporariamente entre unidades (especialmente em períodos de alta demanda), mas o VT continuava sendo creditado com base na unidade original. Isso gerava tanto supercreditação (funcionário recebe mais do que precisa) quanto subcreditação em alguns casos.

A análise da Otimiza.pro identificou 847 trajetos que podiam ser recalculados com economia, aproveitando integrações do RioCard, linhas de BRT e integrações metrô-ônibus disponíveis no sistema carioca.

Resultados obtidos

R$ 52.800 Economia mensal
18% Redução no gasto com VT
R$ 633.600 Economia anual projetada

A implantação foi feita de forma escalonada: primeiro a unidade do Centro (menor e mais simples), depois Niterói e por último a Barra. O resultado completo foi alcançado em 3 semanas. Dos 847 trajetos recalculados, 312 passaram a utilizar integrações BRT + metrô que antes eram pagas como passagens separadas, e 189 tiveram redução de modais (de 3 conduções para 2) por identificação de linhas diretas disponíveis.

Um benefício adicional foi a liberação de carga operacional do DP: os 3 analistas que antes dedicavam cerca de 40 horas mensais ao cálculo manual de VT passaram a dedicar menos de 5 horas, com a plataforma automatizando recálculos em caso de transferências entre unidades.

"Com 4 unidades e turnos rotativos, achávamos impossível otimizar. A IA da Otimiza fez em semanas o que levaríamos meses. E ainda liberou o DP de um trabalho braçal que consumia 40 horas por mês." — Diretor Administrativo

O caso da rede de saúde demonstra como a roteirização é especialmente impactante em empresas com múltiplas unidades e turnos variados. A gestão manual por "zonas" é uma prática comum em hospitais e redes de saúde, mas gera desperdício significativo porque ignora o trajeto individual. Quando somamos a isso as transferências entre unidades — algo rotineiro no setor hospitalar — a ineficiência se multiplica rapidamente.

Case 3: Empresa de Tecnologia — Curitiba (180 funcionários)

Perfil da empresa

Startup de tecnologia sediada em Curitiba, com 180 funcionários em regime CLT. A empresa adota o modelo híbrido desde 2022: a maioria dos colaboradores vai ao escritório 3 dias por semana, mas existem equipes que vão 2 dias, outras 4 dias, e uma parcela de profissionais 100% remotos que eventualmente comparecem para reuniões presenciais.

O VT era gerido com base no percurso completo (ida e volta, 5 dias por semana) para todos os colaboradores que o solicitavam, sem distinção entre quem ia 2 ou 5 dias ao escritório. O gasto mensal era de R$ 54.000, utilizando o cartão URBS de Curitiba.

O problema identificado

O diagnóstico revelou duas fontes de ineficiência distintas:

  1. VT para dias não trabalhados presencialmente: 43 colaboradores em regime de 2 ou 3 dias presenciais recebiam VT para 5 dias. Isso representava créditos não utilizados que ficavam acumulados no cartão sem retorno para a empresa.
  2. Rotas não otimizadas: mesmo para os dias presenciais, 67 colaboradores utilizavam trajetos com conexões desnecessárias quando havia opções diretas ou com integração mais barata disponíveis no sistema de transporte de Curitiba (RIT — Rede Integrada de Transporte).

O modelo híbrido criou uma complexidade adicional: cada colaborador tem um calendário diferente de presença, e o DP precisaria recalcular manualmente o VT de cada um a cada mês. Na prática, isso não era feito — todos recebiam o valor cheio.

Resultados obtidos

R$ 8.640 Economia mensal
16% Redução no gasto com VT
R$ 103.680 Economia anual projetada

A economia veio de duas frentes: R$ 5.200/mês pela adequação do VT aos dias presenciais efetivos (reclassificação dos 43 colaboradores) e R$ 3.440/mês pela otimização de rotas dos 67 colaboradores com trajetos ineficientes. O resultado foi alcançado em apenas 10 dias, dado o porte menor da empresa.

"Além da roteirização dos trajetos, a Otimiza identificou funcionários recebendo VT para dias que não vão ao escritório. Era dinheiro saindo sem nenhum retorno, e a gente nem percebia porque o valor individual era pequeno — mas somado, eram mais de R$ 5 mil por mês." — CFO

Este case é particularmente relevante para o cenário pós-pandemia, onde o trabalho híbrido se tornou a norma em empresas de tecnologia. A dificuldade de ajustar o VT individualmente para diferentes calendários de presença é um problema real que atinge milhares de empresas brasileiras. A automação da Otimiza.pro resolve isso ao sincronizar o calendário de presença com o cálculo de VT, eliminando créditos para dias não presenciais sem exigir trabalho manual do DP.

Embora o valor absoluto da economia (R$ 8.640/mês) seja menor em comparação com empresas maiores, o percentual de 16% é significativo e se traduz em mais de R$ 100 mil por ano — recurso que a startup redirecionou para benefícios flexíveis.

Case 4: Construtora — Belo Horizonte (320 funcionários)

Perfil da empresa

Construtora de médio porte em Belo Horizonte com 320 funcionários, sendo aproximadamente 240 operários de obra e 80 administrativos. A empresa operava simultaneamente em 6 canteiros de obra espalhados pela região metropolitana de BH (Contagem, Betim, Nova Lima, Vespasiano e dois em BH capital). Os operários são transferidos entre canteiros conforme a fase de cada obra, com uma média de 3 a 4 transferências por trimestre por operário.

O VT era calculado com base no canteiro mais distante da residência de cada operário — uma prática comum no setor de construção civil que visa evitar que o funcionário fique sem VT ao ser transferido para uma obra mais longe. O gasto mensal total era de R$ 102.400, utilizando o cartão GIRO BH.

O problema identificado

A prática de calcular o VT pelo "pior cenário" (canteiro mais distante) gerava um sobrecrédito permanente para a maioria dos funcionários. Na prática, um operário que trabalhava em Contagem (15 km de casa) recebia VT equivalente ao trajeto para Vespasiano (42 km), porque em algum momento futuro ele poderia ser transferido para lá.

Além disso, quando os operários efetivamente mudavam de canteiro, o DP nem sempre era notificado em tempo real, gerando períodos em que o VT creditado não correspondia a nenhum dos canteiros ativos.

A Otimiza.pro implementou um sistema de recálculo automático por canteiro: quando o encarregado registra a transferência do operário no sistema da construtora, a plataforma recalcula automaticamente o VT com base no novo trajeto, em tempo real.

Resultados obtidos

R$ 15.360 Economia mensal
15% Redução no gasto com VT
R$ 184.320 Economia anual projetada

A economia principal veio da adequação do VT ao canteiro real (e não ao mais distante), com uma média de 89 recálculos automáticos por mês decorrentes de transferências entre obras. A implantação levou 2 semanas, incluindo a integração com o sistema de alocação de mão de obra da construtora.

Um ponto relevante: a economia de 15% pode parecer modesta em percentual, mas o modelo de recálculo automático garante que a economia é recorrente e auto-ajustável. À medida que novos canteiros entram e saem de operação, o sistema se adapta sem intervenção manual.

"O diferencial foi a atualização automática. Quando o operário muda de obra, a rota recalcula sozinha. Antes, a gente fazia isso na planilha e sempre atrasava. Tinha operário recebendo VT de um canteiro que já nem existia mais." — Coord. DP

O setor de construção civil é um dos que mais se beneficia da roteirização automatizada justamente pela dinamicidade dos locais de trabalho. A prática de "calcular pelo canteiro mais distante" é uma solução simplista que gera desperdício previsível. A integração entre o sistema de alocação de mão de obra e a plataforma de VT elimina esse problema na raiz, transformando um custo fixo (e inflado) em um custo variável ajustado à realidade.

Case 5: Varejo — Porto Alegre + região (700 funcionários)

Perfil da empresa

Rede varejista com 700 funcionários distribuídos em 12 lojas na Grande Porto Alegre, incluindo unidades em Canoas, Gravataí, Cachoeirinha, Alvorada e Viamão, além de 5 lojas em Porto Alegre capital. O perfil dos funcionários é predominantemente operacional: vendedores, caixas, estoquistas e equipe de limpeza, com jornada de 6 horas (turno) ou 8 horas (administrativo).

A gestão de VT era centralizada no escritório administrativo, com compra mensal via operadora regional. O gasto mensal total era de R$ 210.000, calculado com base na tarifa cheia de ônibus municipal e intermunicipal, sem aproveitamento das integrações disponíveis no sistema de transporte da região metropolitana.

O problema identificado

Porto Alegre e sua região metropolitana possuem dois sistemas de integração importantes que estavam sendo completamente ignorados pela empresa:

A análise da Otimiza.pro identificou que 312 colaboradores podiam ter seus trajetos recalculados aproveitando integrações Trensurb + TRI. Muitos desses funcionários faziam trajetos intermunicipais (por exemplo, Canoas → Porto Alegre) pagando tarifa cheia de ônibus intermunicipal quando poderiam usar Trensurb + alimentador por um valor significativamente menor.

Além disso, 78 colaboradores tinham rotas com baldeações desnecessárias dentro de Porto Alegre, onde linhas diretas ou transversais cobriam o mesmo trajeto com menos conexões e menor custo.

Resultados obtidos

R$ 25.200 Economia mensal
12% Redução no gasto com VT
R$ 302.400 Economia anual projetada

A implantação foi feita por loja, começando pelas 3 lojas com maior volume de funcionários, e foi concluída em 3 semanas. Dos 312 colaboradores com integrações ativadas, 189 passaram a usar Trensurb + alimentador (economia média de R$ 62/mês por colaborador) e 123 passaram a usar TRI em vez de tarifas avulsas (economia média de R$ 28/mês por colaborador).

"12% pode parecer pouco, mas em 700 funcionários são R$ 25 mil por mês. É o salário de toda a equipe de DP. E o melhor: sem nenhum impacto negativo para o colaborador. As rotas continuam viáveis, só mais inteligentes." — Gerente Financeiro

O case do varejo é interessante porque a economia percentual (12%) é a mais baixa dos 5 cases, mas o valor absoluto (R$ 25.200/mês) é substancial. Isso acontece porque o varejo tende a ter uma gestão de VT mais padronizada (todos recebem o mesmo valor por loja), o que limita as oportunidades de otimização individual. Ainda assim, o aproveitamento de integrações tarifárias regionais gerou um resultado expressivo.

Outro aspecto importante deste case: a economia de 12% é conservadora e sustentável. Não depende de reclassificação de funcionários ou mudanças operacionais complexas — apenas do uso correto das integrações tarifárias já disponíveis no sistema de transporte público.

Padrões identificados nos 5 cases

Analisando os 5 cases em conjunto, é possível identificar padrões recorrentes que se aplicam à maioria das empresas brasileiras com mais de 100 funcionários. A tabela abaixo resume os dados de cada case:

Empresa Funcionários Cidade % Economia Economia mensal Economia anual Prazo
Indústria Alimentícia 450 São Paulo 22% R$ 38.100 R$ 457.200 15 dias
Rede de Saúde 1.200 Rio de Janeiro 18% R$ 52.800 R$ 633.600 3 semanas
Tecnologia 180 Curitiba 16% R$ 8.640 R$ 103.680 10 dias
Construtora 320 Belo Horizonte 15% R$ 15.360 R$ 184.320 2 semanas
Varejo 700 Porto Alegre 12% R$ 25.200 R$ 302.400 3 semanas
MÉDIA / TOTAL 2.850 5 cidades 16,6% R$ 140.100 R$ 1.681.200 ~2 semanas

Os 3 padrões mais comuns de desperdício

Analisando os 5 cases, três padrões de desperdício aparecem de forma recorrente e são responsáveis pela maior parte da economia obtida:

  1. Integrações tarifárias não aproveitadas: presente em 4 dos 5 cases (São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre). É o padrão mais comum e o que gera maior economia absoluta. Empresas pagam passagens separadas quando integrações disponíveis no sistema de transporte público permitiriam valores menores. Isso acontece porque a maioria dos DPs cadastra o VT com base na declaração do colaborador, que naturalmente desconhece as opções de integração tarifária da sua cidade.
  2. Rotas desatualizadas: presente em 3 dos 5 cases (São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte). Trajetos cadastrados há 2 ou mais anos que não acompanharam mudanças na malha de transporte: linhas extintas, novas linhas diretas, alterações de itinerário. Sem uma ferramenta de atualização automática, o DP simplesmente não tem como acompanhar essas mudanças para centenas de colaboradores.
  3. VT fixo sem revisão individual: presente em 3 dos 5 cases (Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre). Empresas que atribuem um valor fixo de VT por região, turno ou cargo, sem calcular o trajeto real de cada colaborador. É uma simplificação operacional compreensível, mas que gera desperdício sistemático. O modelo híbrido agrava esse padrão ao adicionar a variável de dias presenciais.

Economia média: 16,6%

A média ponderada de economia nos 5 cases é de 16,6%, consistente com os dados agregados da plataforma Otimiza.pro, que registra uma economia média de 15% a 18% em roteirização de VT para empresas com mais de 100 funcionários em regiões metropolitanas. Esse percentual pode ser maior em cidades com sistemas de integração mais robustos (como São Paulo, onde o case alcançou 22%) e menor em cidades com menos opções de integração.

Em termos absolutos, os 5 cases somam R$ 140.100 por mês de economia, ou R$ 1.681.200 por ano. Considerando que a base da Otimiza.pro já ultrapassa 1.000 empresas atendidas, com um volume total superior a R$ 1 bilhão em VT processado, esses números demonstram o impacto escalável da roteirização inteligente.

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Os cases acima são referências reais, mas cada empresa tem suas particularidades. O número de funcionários, a cidade, o setor de atuação e a forma como o VT é gerido hoje influenciam diretamente o potencial de economia.

Para ter uma estimativa personalizada, a Otimiza.pro disponibiliza uma calculadora gratuita de economia com roteirização. Basta informar:

A calculadora cruza esses dados com a base histórica de mais de 1.000 empresas atendidas e projeta um intervalo de economia provável para o seu perfil. Não é uma estimativa genérica — é baseada em dados reais de empresas similares à sua.

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Se preferir uma análise mais detalhada, com cruzamento dos trajetos reais dos seus colaboradores, você pode solicitar um diagnóstico completo de roteirização, onde a equipe da Otimiza.pro analisa a base de funcionários da empresa e entrega um relatório com o potencial de economia exato, por colaborador.

Perguntas frequentes sobre cases de roteirização

Os cases são de empresas reais?

Sim. Todos os 5 cases apresentados são de empresas reais atendidas pela Otimiza.pro. Os nomes foram anonimizados por setor e cidade para preservar a confidencialidade contratual, mas os números de economia, percentuais, prazos e perfis são dados reais extraídos diretamente da plataforma. A Otimiza.pro mantém registros auditáveis de todas as otimizações realizadas.

Quanto tempo leva para ver resultados?

Nos cases apresentados, o prazo variou de 10 dias (empresa de tecnologia com 180 funcionários) a 3 semanas (rede de saúde com 1.200 funcionários e varejo com 700 funcionários em múltiplas unidades). Como regra geral, empresas menores e com operação concentrada em uma única unidade tendem a ver resultados mais rápido. Empresas com múltiplas unidades podem adotar uma implantação escalonada (por unidade ou por loja), o que estende o prazo total mas permite validar os resultados parciais a cada etapa.

A economia varia por cidade?

Sim, significativamente. Cidades com sistemas de integração tarifária mais robustos tendem a gerar economias maiores. Nos cases apresentados, São Paulo liderou com 22% de economia (graças ao Bilhete Único, Metrô, CPTM e Cartão BOM), seguida por Rio de Janeiro com 18% (RioCard, BRT e integrações metrô-ônibus). Porto Alegre, com 12%, tem um sistema de integração eficiente (TRI + Trensurb) mas menos abrangente. A média nacional da plataforma Otimiza.pro gira em torno de 15% a 18% para regiões metropolitanas.

Funciona para empresas com menos de 100 funcionários?

Sim. A roteirização inteligente funciona para empresas de qualquer porte. Embora os cases apresentados tenham entre 180 e 1.200 funcionários, a plataforma da Otimiza.pro atende empresas a partir de 50 colaboradores. O percentual de economia costuma ser semelhante (entre 12% e 22%, dependendo da cidade e do perfil), embora o valor absoluto mensal seja proporcionalmente menor. Para empresas menores, o benefício adicional é a liberação do DP de um trabalho manual que consome horas e que, em equipes enxutas, tem impacto operacional ainda maior.

Como solicitar um diagnóstico gratuito?

Para solicitar um diagnóstico gratuito de roteirização, acesse otimizapro.com/roteirizacao-trajetos e preencha o formulário com os dados básicos da empresa (CNPJ, número de funcionários, cidade e gasto atual com VT). A equipe da Otimiza.pro analisa o perfil, identifica o potencial de economia e apresenta uma simulação personalizada com números reais em até 48 horas, sem compromisso e sem custo. Você também pode utilizar a calculadora online para ter uma estimativa imediata antes de solicitar o diagnóstico completo.

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Os 5 cases apresentados neste artigo comprovam que a roteirização inteligente de vale transporte gera economia real, mensurável e recorrente para empresas de diferentes portes e setores. A média de 16,6% de economia é consistente e alcançável, e o prazo médio para resultados é de 2 semanas.

Se a sua empresa gasta mais de R$ 10 mil por mês com vale transporte e nunca fez uma roteirização profissional, existe alta probabilidade de que esteja pagando mais do que deveria. Integrações tarifárias não aproveitadas, rotas desatualizadas e VT fixo sem revisão individual são problemas que afetam a maioria das empresas brasileiras.

A Otimiza.pro oferece roteirização inteligente por IA com cobertura nacional, integração com todas as operadoras de VT do Brasil e diagnóstico gratuito sem compromisso. São mais de 1.000 empresas atendidas e R$ 1 bilhão em VT processado.

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