Responda 10 perguntas e descubra onde a sua empresa desperdiça água — score de 0 a 100 por dimensão e recomendações específicas para a sua operação.
Fonte dos índices: Instituto Trata Brasil, estudo Perdas de Água 2026 (ano-base SINISA 2024).
Como está a estrutura de água da sua empresa?
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Falar com o Meu Agente | VendasAntes de olhar para dentro da sua empresa, o contexto: o Brasil perde 39,53% da água tratada na distribuição — antes de ela chegar ao hidrômetro (Instituto Trata Brasil, estudo Perdas de Água 2026, ano-base SINISA 2024). É o equivalente a 4,8 mil piscinas olímpicas por dia. Dentro da empresa, depois do hidrômetro, o desperdício é responsabilidade da própria operação — e é exatamente o que este diagnóstico avalia.
| Estado | Perdas na distribuição (SINISA 2024) | Distância da meta de 25% (Portaria 788/2024) |
|---|---|---|
| Alagoas | 66,90% | 41,9 pontos acima |
| Roraima | 65,97% | 41,0 pontos acima |
| Pará | 57,33% | 32,3 pontos acima |
| Maranhão | 56,68% | 31,7 pontos acima |
| Acre | 56,48% | 31,5 pontos acima |
| Sergipe | 55,10% | 30,1 pontos acima |
| Brasil (média nacional) | 39,53% | 14,5 pontos acima |
| Goiás | 27,13% | 2,1 pontos acima |
| Piauí | 24,61% | ✅ único estado já dentro da meta |
Em um ano, o volume perdido equivale a 4,5 vezes o Sistema Cantareira. Dados: Instituto Trata Brasil, estudo Perdas de Água 2026 (ano-base SINISA 2024).
Os 39,53% do gráfico acima não estão na sua conta de água — são perdidos antes do hidrômetro, e quem responde por eles é a concessionária. O que aparece na sua conta é o que vaza depois do hidrômetro. São dois problemas diferentes, com donos diferentes, e confundi-los é o erro mais comum de quem tenta reduzir custo de água.
| Critério | Perda na distribuição | Desperdício interno |
|---|---|---|
| Onde acontece | Da estação de tratamento até o hidrômetro | Do hidrômetro para dentro: tubulação, torneiras, válvulas, processo |
| De quem é a responsabilidade | Da concessionária de saneamento | Da própria empresa |
| Quem paga | Diluída na tarifa de todos os consumidores | Integralmente pela empresa, no consumo medido |
| Como aparece | Índice de perdas do estado (39,53% no Brasil) | Conta que sobe sem explicação e consumo fora do expediente |
| O que a empresa pode fazer | Nada diretamente — é regulação e investimento do setor | Mapear, medir, corrigir e monitorar — é o que este diagnóstico mede |
Dá para estimar a perda antes de investir em qualquer sensor, usando só o que a empresa já tem: as contas dos últimos 12 meses e o próprio hidrômetro.
O passo 3 é o que separa consumo de perda: máquina desligada e hidrômetro girando é vazamento por definição, não estimativa.
O diagnóstico avalia 9 dimensões da gestão de água da operação, num total de 97 pontos possíveis, normalizados para uma escala de 0 a 100. O porte da empresa não pontua — é usado apenas para contextualizar as recomendações.
| Dimensão avaliada | Peso máximo | O que a pergunta detecta |
|---|---|---|
| Mapeamento dos pontos de consumo | 15 pts | Se a empresa sabe onde a água entra e é usada — sem mapa, vazamento não tem endereço |
| Monitoramento de vazão e pressão | 15 pts | Se o consumo é medido em tempo real (sensores) ou só descoberto na conta do mês |
| Histórico de vazamentos | 12 pts | Frequência de vazamentos detectados nos últimos 12 meses |
| Variação da conta de água | 10 pts | Oscilação acima de 30% sem causa conhecida — o sintoma clássico de perda invisível |
| Reuso e captação | 10 pts | Se processos que não exigem água potável usam água de reuso ou de chuva |
| Manutenção de tubulações | 10 pts | Preditiva (com dados), periódica (cronograma) ou corretiva (só quando quebra) |
| Metas de redução | 8 pts | Se existe meta de consumo com acompanhamento — sem meta, não há gestão |
| Relatórios ESG | 10 pts | Se o consumo hídrico vira relatório de compliance (GRI/SASB/CDP) automático ou manual |
| Conformidade regulatória | 7 pts | Aderência às regulamentações ambientais (Agência Nacional de Águas, CETESB, INEA) |
Cada medida abaixo move uma dimensão específica do score. Se o seu resultado ficou baixo em uma delas, é ali que está o ganho mais barato — na ordem em que costumam pagar mais rápido.
O Brasil perde 39,53% da água tratada na distribuição, antes de ela chegar ao hidrômetro do consumidor (Instituto Trata Brasil, estudo Perdas de Água 2026, ano-base SINISA 2024). O volume equivale a cerca de 4,8 mil piscinas olímpicas por dia.
Alagoas, com 66,90%, seguido de Roraima (65,97%), Pará (57,33%), Maranhão (56,68%), Acre (56,48%) e Sergipe (55,10%). No outro extremo, o Piauí (24,61%) é o único estado já dentro da meta de 25%, e Goiás (27,13%) é o mais próximo dela.
A Portaria 788/2024 fixa em 25% o teto do índice de perdas na distribuição a ser alcançado até 2033. Com 39,53%, a média nacional está 14,5 pontos percentuais acima da meta.
Não. A perda na distribuição acontece antes do hidrômetro e é responsabilidade da concessionária — a empresa não paga por ela nem pode agir sobre ela. O desperdício interno acontece depois do hidrômetro, é pago integralmente pela empresa no consumo medido, e é o que este diagnóstico avalia.
Compare 12 meses de consumo em m³, defina a linha de base pela mediana dos meses normais e leia o hidrômetro com a operação parada — o que girar com tudo desligado é perda contínua. O diagnóstico gratuito percorre esse raciocínio em 10 perguntas e devolve um score de 0 a 100 por dimensão.
Sim: 10 perguntas, cerca de 3 minutos, sem custo e sem instalação. O score aparece na hora na tela; o relatório completo pode ser recebido por e-mail ou baixado em PDF depois da identificação da empresa.